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Bolsonaro cancela Renda Brasil e diz que vai manter Bolsa Família

Bolsonaro anunciou em vídeo que programa está suspenso até 2022. Renda Brasil iria substituir o Bolsa Família e agregar mais 7 milhões de famílias. O presidente Jair Bolsonaro declarou nesta terça-feira, 15 de setembro, que o programa Renda Brasil está suspenso até o final do seu mandato. O anúncio foi feito em um vídeo publicado nas redes sociais, em que Bolsonaro comenta manchetes de jornais a respeito do corte de aposentadorias para bancar o programa. Completou dizendo que se, por ventura, alguém da sua equipe propor uma medida similar a esta receberá um "cartão vermelho". "Jamais vou tirar dinheiro dos pobres para dar para os paupérrimos", afirmou o presidente. No último domingo (13) o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, comentou em entrevista que o congelamento de benefícios como aposentadorias e pensões chegou a ser estudado pela equipe econômica. "Congelar aposentadorias, cortar auxílio para idosos e pobres com deficiência, um devaneio de alguém que está desconectado com a realidade", descreveu Bolsonaro em vídeo. O programa Renda Brasil foi apresentado por Paulo Guedes e sua equipe como uma unificação de diversos programas sociais já existentes como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada, o Abono Salarial, o Seguro-Defeso e outros. Por outro lado, Bolsonaro passou a defender nas últimas semanas que a criação do programa não deveria depender do fim de outros benefícios. O impasse fez com que a cerimônia de anúncio oficial fosse adiada para que o presidente e sua equipe chegassem a um consenso. "Pode ser que alguém da equipe econômica tenha falado sobre esse assunto, mas por parte do governo jamais vamos congelar salários de aposentados, bem como jamais vamos fazer com que o auxílio para idosos e para o pobre com deficiência seja reduzido para qualquer coisa que seja. Para encerrar, até 2022 o meu governo está proibido de falar a palavra Renda Brasil. Vamos continuar com o Bolsa Família e ponto final. Confira o vídeo publicado nas redes sociais de Bolsonaro: - Congelar aposentadorias, cortar auxílio para idosos e pobres com deficiência, um devaneio de alguém que está desconectado com a realidade.

- Como já disse jamais tiraria dinheiro dos pobres para dar aos paupérrimos. pic.twitter.com/5j3oI6vcSK
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) September 15, 2020 A ideia inicial era de que o Renda Brasil substituisse o Auxílio Emergencial após o pagamento da 5ª parcela, mas o programa ainda não havia tomado forma. O governo então decidiu prorrogar o benefício de R$ 600 até dezembro e adiar o Renda Brasil para janeiro de 2021. Não havia um acordo ainda em relação ao valor do RB, mas Guedes chegou a declarar que o benefício seria entre R$ 250 e R$ 300 por mês.

Renda Cidadã: veja o valor e tudo sobre o novo Bolsa Família

Programa que vai substituir o Bolsa Família e ainda beneficiar parcela de aprovados do Auxílio Emergencial foi anunciado por Bolsonaro na última segunda (28). Saiba tudo sobre o Renda Cidadã. O presidente Jair Bolsonaro anunciou na última segunda-feira, 28 de setembro, a criação do Renda Cidadã. O novo programa de transferência de renda do governo federal será implementado em 2021 para amparar as famílias que em janeiro do próximo ano deixarão de receber o Auxílio Emergencial. Para definir os detalhes do novo programa Renda Cidadã, Bolsonaro se reuniu com ministros e líderes da base do governo o Congresso. Também chamado de novo Bolsa Família, o Renda Cidadã consiste no mesmo programa apresentado anteriormente pelo governo, o Renda Brasil. Após uma série de divergências com as propostas de fontes de recursos para tirar o programa do papel, Bolsonaro anunciou na metade do mês de setembro que o Renda Brasil estava suspenso até o fim do seu mandato. No dia seguinte, porém, o presidente deu autorização para que o senador Márcio Bittar (MDB-AC) continuasse com os estudos para criação de um novo programa social. Renda cidadã poderá usar FUNDEB para custeio No pronunciamento que oficializou o Renda Cidadã, no último dia 28, Bittar que é relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) afirmou que o governo pretende apresentar duas fontes polêmicas para custear o programa: os recursos de pagamento de precatórios e até 5% dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Os recursos se juntam ao orçamento do Bolsa Família em 2021 que passou de R$ 29,48 bilhões em 2020 para R$ 34,85. Segundo Bittar, a criação do Renda Cidadã será incluída na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, conhecida como PEC Emergencial, e outras de suas regras devem ser incluídas na PEC do Pacto Federativo (PEC 8/2019). O senador do MDB-AC é o relator das duas propostas. "O Brasil tem no Orçamento R$ 55 bilhões para pagar de precatórios e vamos utilizar o limite de 2% das receitas correntes líquidas, que é mais ou menos o que já fazem estados e municípios. Vamos estabelecer a mesma coisa para o governo federal. E o que sobrar desse recurso, juntando com o que tem no orçamento do Bolsa Família, vai criar e patrocinar o novo programa", explicou Bittar. Quem tem direito ao Renda Cidadã? Com o programa ainda em fase de discussão, o governo federal ainda não divulgou as regras do Renda Cidadã e quem poderá participar. Sabe-se, entretanto, que o programa é uma variação do Renda Brasil e deve atingir a mesma parcela de beneficiários prevista no programa anterior. Segundo o governo, o novo Bolsa Família deve atender as 14 milhões de famílias que já são participantes do programa social e ainda incluir mais 6 ou 7 milhões de famílias que hoje recebem o Auxílio Emergencial. Conforme análise das equipes do governo, este último grupo até início da pandemia não recebia nenhum benefício social, os chamados "invisíveis". Estas famílias, segundo Guedes, continuarão em situação de vulnerabilidade após o combate ao coronavírus e precisarão de algum tipo de benefício social para sobreviver. Qual será o valor do Renda Cidadã? O governo federal ainda não oficializou de quanto será o novo benefício que vai substituir o Bolsa Família - que atualmente paga cerca de R$ 190 por mês. A ideia inicial, quando foi anunciado o Renda Brasil, era poder elevar o valor entre R$ 250 e R$ 300 mensais. "O nível vai subir para R$ 250 ou para quase talvez R$ 300", disse o ministro Paulo Guedes em entrevista há algumas semanas. O valor do Renda Cidadã deve se manter o mesmo já estudado pelo governo. Calendário Auxílio Emergencial Extensão: veja datas até dezembro BENEFÍCIOS SOCIAIS Bolsonaro cancela Renda Brasil e diz que vai manter Bolsa Família GOVERNO FEDERAL Como se cadastrar no Renda Cidadã? Apesar de ainda não ter divulgado os critérios de seleção e as regras do Renda Cidadã, é possível presumir que o governo federal utilize a ampla base do Cadastro Único (CadÚnico) para mapear quem são os brasileiros que necessitam do amparo do novo programa após o fim do Auxílio Emergencial. Se isso se confirmar, para se cadastrar no Renda Cidadã o cidadão terá que fazer sua inscrição no CadÚnico e manter o cadastro atualizado. O CadÚnico é um registro mantido pelo governo federal para identificar as famílias de baixa renda existentes no país. Os brasileiros precisam estar inscritos no CadÚnico para ter acesso a benefícios como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC), o Minha Casa Minha Vida, entre outros. O programa Renda Brasil foi apresentado por Paulo Guedes e sua equipe como uma unificação de diversos programas sociais já existentes como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada, o Abono Salarial, o Seguro-Defeso e outros. Por outro lado, Bolsonaro passou a defender que a criação do programa não deveria depender do fim de outros benefícios. O impasse fez com que a cerimônia de anúncio oficial, marcada para o final de agosto, fosse adiada para que o presidente e sua equipe chegassem a um consenso. * Com informações da Agência Senado

Renda Cidadã poderá CORTAR reajuste de aposentadorias acima de um mínimo

Relator da PEC em que será inserido o Renda Cidadã declarou que as discussões para criação do novo programa devem retomar só após as eleições municipais. Origem dos recursos ainda é desconhecida. O senador Márcio Bittar (MDB-AC) afirmou nesta quinta-feira (8) que as discussões em torno do Renda Cidadã, novo programa de transferência de renda do governo federal, devem ficar para dezembro. Segundo o parlamentar, é melhor deixar a criação do programa social para depois das eleições municipais, que acontecerão entre 15 e 29 de novembro, para que haja consenso para a aprovação dessa proposta. Segundo Bittar, "nesse momento, a eleição não é bom conselheiro, muitos deputados e senadores estão muito envolvidos com isso. Então é melhor passar esse momento para que a gente sente à mesa de novo, todos os que precisam responder a essa questão, e cheguemos a um consenso" afirmou. O parlamentar prometeu ainda que a criação do benefício terá como balizas a austeridade fiscal e o consenso. Desde que iniciou o debate para a criação de um novo programa com o objetivo de substituir o Bolsa Família, o governo tem enfrentado dificuldade em encontrar formas de financiar o novo programa sem furar o teto de gastos. O Renda Cidadã também terá que garantir amparo a milhões de brasileiros após o fim do Auxílio Emergencial. "O Brasil tem que retomar a agenda das reformas administrativa, tributária e de todas as medidas que caminham no rumo da austeridade, na contenção dos gastos e na diminuição do tamanho da máquina pública, que se agigantou e praticamente come a sociedade — afirmou Marcio Bittar, que trabalha na proposta que deve substituir o Bolsa Família e suprir a lacuna deixada pelo fim do auxílio emergencial, a ser pago pelo governo federal somente até 31 de dezembro", declarou o senador. Fonte de financiamento ainda não foi decidida No pronunciamento que oficializou o Renda Cidadã, Bittar chegou a declarar que o governo usaria os recursos de pagamento de precatórios e até 5% dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A proposta, no entanto, repercutiu negativamente no mercado financeiro e entre parlamentares e levou o presidente Jair Bolsonaro a se manifestar dizendo então que os integrantes do governo estão "abertos a sugestões". Bolsonaro usou as redes sociais para dizer que "a responsabilidade fiscal e o respeito ao teto são os trilhos da Economia. O Auxílio Emergencial, infelizmente para os demagogos e comunistas, não pode ser para sempre", escreveu o presidente. 6- A responsabilidade fiscal e o respeito ao teto são os trilhos da Economia. Estamos abertos a sugestões juntamente com os líderes partidários.

7- O Auxílio Emergencial, infelizmente para os demagogos e comunistas, não pode ser para sempre.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) September 29, 2020 Na opinião do parlamentar, é necessário buscar o consenso entre as lideranças partidárias para a aprovação do projeto e que qualquer que seja a solução encontrada para financiar o programa ela "vai incomodar". "Tem oito milhões de brasileiros que, a partir de janeiro, se nós não criarmos o Renda Brasil, eles não têm do que se alimentar. Eu estou fazendo tudo o que posso em nome do presidente Jair Bolsonaro, do Congresso Nacional, para chegar a uma proposta. Para arrumar recursos para essas pessoas, vai ter que tirar de algum lugar. E do lugar que for tirar, tem alguém que está incomodado", disse o senador. Valor do Renda Cidadã O Renda Cidadã foi anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 28 de setembroe seguirá nos mesmos moldes do Renda Brasil que começou a ser discutido lá em julho. O governo federal ainda não oficializou de quanto será o novo benefício que vai substituir o Bolsa Família - que atualmente paga cerca de R$ 190 por mês. A ideia inicial, quando foi anunciado o então Renda Brasil, era poder elevar o valor do benefício entre R$ 250 e R$ 300 mensais. Guedes pode mexer nas aposentadorias acima de um mínimo Outro ponto que está sendo discutido agora é utilizar recursos que sobrariam de uma possível desindexação do INPC de aposentados e pensionistas que recebe acima de um salário mínimo. Pela legislação atual, o reajuste de aposentados e pensionistas que recebem mais de um mínimo é definido pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) sempre do ano anterior. Neste ano, por exemplo, ficou em 4,48%. Assim, dar um reajuste abaixo desse índice faria com que "sobrassem" alguns recursos e gerasse um espaço fiscal. No entanto, prejudicaria quem recebe mais de um mínimo atualmente, que teriam um reajuste menor nos próximos anos. *Com informações da Agência Senado

Abono do PIS: Pagamento do calendário de 2020/2021 começa hoje

A partir desta quinta-feira (16), recebem os nascidos em julho. O valor do abono pode chegar a um salário mínimo (R$ 1.045) e é proporcional ao número de meses trabalhados no ano passado Nesta quinta-feira (16) começa o pagamento do abono salarial do PIS/Pasep para quem nasceu em julho, do calendário de 2020/2021, referente aos meses trabalhados em 2019. O valor do abono pode chegar a um salário mínimo (R$ 1.045) e é proporcional ao número de meses trabalhados no ano passado. O pagamento do abono do PIS será efetuado pela Caixa Econômica Federal e do abono do Pasep, pelo pelo Banco do Brasil. Quem é correntista desses bancos recebeu o crédito em conta a partir de 30 de junho. Já quem não é correntista dessas instituições recebe o pagamento do PIS no seu mês de nascimento e do Pasep de acordo com o número final da inscrição, conforme os calendários a seguir. O calendário de pagamento para trabalhadores da iniciativa privada que recebem pela Caixa leva em consideração o mês de nascimento. A partir desta quinta, recebem os nascidos em julho. Leia também Quem tem direito ao abono do PIS/Pasep e como sacar? Calendário do abono do PIS de 2020/2021 — Foto: Diário Oficial da União Para servidores públicos que recebem pelo Banco do Brasil, o calendário de pagamento leva em consideração o número final da inscrição. A partir desta quinta, recebem os que têm final da inscrição 0. Calendário do abono do Pasep de 2020/2021 Quem tem direito

Pode sacar o abono o trabalhador inscrito no PIS ou no Pasep há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2019 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. É preciso, ainda, ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) ano-base 2019. Como sacar o abono do PIS Os trabalhadores de empresas privadas, com inscrição no PIS, recebem na Caixa. Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Para isso, é preciso ter o número do NIS (PIS/Pasep) em mãos. Informações sobre o PIS também podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-02-07 da Caixa. O trabalhador pode fazer uma consulta ainda no site Caixa Econômica Federal em Consultar Pagamento. Como sacar o abono do Pasep Servidores públicos, com inscrição no Pasep, recebem no Banco do Brasil. Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito automático na sua conta do BB. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do banco e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil.

Auxílio emergencial reduziu a pobreza em 23%

FGV diz que 15 milhões de brasileiros saíram da linha da pobreza Por Agência Brasil Em meio à pandemia da covid-19, o auxílio emergencial contribuiu para a queda temporária da pobreza no Brasil. Segundo o estudo Covid, Classes Econômicas e o Caminho do Meio: Crônica da Crise até Agosto de 2020, divulgado hoje (9) pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV Social), 15 milhões de brasileiros saíram da linha da pobreza até agosto de 2020, uma queda de 23,7%. A comparação é feita com os dados fechados de 2019. De acordo com a definição usada pela FGV, a pobreza é caracterizada pela renda domiciliar per capita de até meio salário mínimo (R$ 522,50). Segundo o coordenador da pesquisa, Marcelo Neri, apesar de o país ainda registrar 50 milhões de pobres após esta queda, este é o nível mais baixo de toda a série estatística. “De maneira geral, a gente observou um boom social inédito, mesmo comparando com períodos pós-estabilização, que foram períodos de boom social. Em toda a série estatística a pobreza nunca esteve num nível tão baixo, são 50 milhões de brasileiros. A queda foi realmente inédita, de acordo com as séries estatísticas”. A redução de pobreza chegou a 30,4% na Região Nordeste e a 27,5% no Norte do país. No Sul, a redução foi de 13,9%; no Sudeste de 14,2% e no Centro-Oeste a queda na pobreza chegou a 21,7%. Segundo a FGV Social, essas regiões têm maiores parcelas do público-alvo do Auxílio Emergencial. “O Brasil, nos nove meses do auxílio emergencial, até o final do ano, pretende gastar R$ 322 bilhões, cerca de nove meses são nove anos de Bolsa Família, uma injeção de recursos bastante substantivo”, destaca o pesquisador. Mercado de trabalho Por outro lado, Neri disse que as camadas com renda acima de dois salários mínimos per capita perderam 4,8 milhões de pessoas na pandemia e os dados do mercado de trabalho demonstram forte retração. “Houve uma queda de renda de 20%. O índice de Gini teve um aumento muito forte, que é o índice de desigualdade. A renda do trabalho da metade mais pobre caiu 28%. Então guarda um certo paradoxo na pesquisa. As rendas de todas as fontes tiveram um aumento espetacular, principalmente na base da distribuição, enquanto a renda do trabalho, que deveria ser a principal renda das pessoas, teve uma queda igualmente espetacular, especialmente também na base da distribuição. O que explica esse paradoxo é a atuação do auxílio emergencial, que atingiu no seu pico com 67 milhões de brasileiros”. Com a queda no topo e a subida na base das classes de renda, as camadas intermediárias tiveram um aumento de 21,4 milhões de pessoas, o que equivale à quase metade da população da Argentina. Neri lembra que a diminuição na pobreza é temporária e tende a ser totalmente revertida após o fim do auxílio emergencial. “O boom social ocorrido em plena pandemia é surpreendente, mas enseja uma preocupação, porque a sua principal causa, que é o auxílio emergencial, generoso, que foi concedido, ele cai à metade agora em outubro, e depois é totalmente extinto em 31 dezembro. Então, a nossa estimativa é que esses 15 milhões que saíram da pobreza vão voltar à velha pobreza de maneira relativamente rápida. Isso equivale a cerca de meia Venezuela em termos populacionais”, disse o pesquisador. A pesquisa aponta também que ainda não foram definidos novos programas sociais para contornar a crise atual, bem como há “cicatrizes trabalhistas de natureza mais permanente abertas pela crise”. Além disso, a questão sanitária preocupa, já que o segmento mais pobre, público alvo do auxílio emergencial, tem taxas mais baixas de isolamento social, o que indica o impedimento das pessoas mais pobres em conseguirem exercer “ações mais ajustadas às necessidades impostas pela pandemia”. (Abr)

Auxílio emergencial: Caixa paga nova parcela para 3,6 milhões de beneficiários

Nascidos em abril vão ter depositada alguma parcela do auxílio nesta sexta-feira (9); 2,2 milhões de pessoas recebem a sexta parcela no valor de R$ 300 Foto Agência Brasil A Caixa Econômica Federal (CEF) deposita nesta sexta-feira (9) alguma parcela do auxílio emergencial para para 3,6 milhões de beneficiários nascidos em abril. Destes, 2,2 milhões de pessoas que receberam a primeira parcela em abril vão ter depositada a sexta parcela no valor de R$ 300 (R$ 600 para mães chefes de família). Também aniversariantes de abril, 1,4 milhões de trabalhadores vão ter depositada alguma das cinco primeiras parcelas de R$ 600 (1,2 mil para mães chefes de família). Vale lembrar que todos os beneficiários que recebem hoje vão ter a quantia depositada em Conta Poupança Social Digital e podem movimentar o dinheiro via aplicativo Caixa Tem para o pagamento de contas e para fazer compras. Leia também: Veja calendários atualizados de todas as parcelas do auxílio emergencial Governo endurece as regras para pagamento de novas parcelas do benefício Para sacar ou transferir o dinheiro para outra conta, vão ter de esperar a data de liberação definida nos calendários de saque pelo Ministério da Cidadania (veja calendário completo de depósitos e saques abaixo). Novo calendário do ciclo 3 de pagamentos e saques do auxílio emergencial Fonte: Ministério da Cidadania Quantas parcelas do auxílio de R$ 300 (R$ 600 para mães chefes de família) vou receber? Quem recebeu a primeira parcela em abril terá direito a mais quatro parcelas Quem teve o auxílio aprovado em maio vai receber mais três parcelas Quem recebeu a primeira parcela em junho ganha mais duas parcelas Quem recebeu a primeira parcela em julho vai receber só mais uma parcela O Ministério da Cidadania divulgou o calendário da extensão do auxílio emergencial de R$ 300 (R$ 600 para mães chefes de família) para os beneficiários que não estão no programa Bolsa Família e definiu todas as datas para o pagamento do benefício até dezembro. O governo manteve o sistema de pagamentos e saques por ciclos e por mês de nascimentos dos beneficiários, mas alterou os ciclos 3 e 4 e criou os ciclos 5 e 6 (veja calendários completos clicando aqui). O calendário de depósitos vai até 29 de dezembro e o de saques e transferências vai até 27 de janeiro de 2021. Outra mudança é que nem todos os beneficiários considerados elegíveis nas cinco primeiras parcelas vão receber todas as parcelas do auxílio residual: 27 milhões de pessoas vão receber alguma das quatro parcelas da ajuda de R$ 300 ou R$ 600.

Celso de Mello vota para que Bolsonaro preste depoimento presencial

Em seu último julgamento no plenário do Supremo Tribunal Federal, o ministro Celso de Mello do Supremo Tribunal Federal votou, nesta quinta-feira (8), para negar ao presidente Jair Bolsonaro a possibilidade de depor por escrito no inquérito que apura suposta interferência política na Polícia Federal. O julgamento foi interrompido após o voto do ministro. Foi um gesto de deferência a Celso de Mello, que se aposenta no próximo dia 13 de outubro. Não há data para retomada da análise do processo. Em setembro, Celso de Mello determinou que Bolsonaro deponha presencialmente. A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu e pediu que o depoimento fosse por escrito. No voto, Celso de Mello afirmou diversas vezes que a possibilidade de depoimento por escrito é uma prerrogativa de presidentes apenas nos casos em que são testemunhas, e não quando são investigados – o que é o caso. Para ele, o depoimento por escrito pode inviabilizar o exercício do direito à ampla defesa, como o direito de confrontar a pessoa sob inquirição. O artigo 221 do Código de Processo Penal diz que autoridades como o presidente e vice-presidente da República, senadores e deputados federais poderão optar pela prestação de depoimento por escrito. “O Código de Processo Penal fixa, única e exclusivamente, as autoridades neles referidas, desde que ostentem a singular condição de testemunhas ou de vítimas de práticas delituosas. Isso significa, portanto, que suspeitos, investigados, acusados e/ou réus não dispõem dessa especial prerrogativa de índole processual. Desse modo, aqueles que figuram como investigados (inquérito) ou como réus (processo penal), em procedimentos instaurados ou em curso perante o Supremo Tribunal Federal, como perante qualquer outro Juízo, não dispõem da prerrogativa instituída pelo art. 221 do CPP, eis que essa norma legal – insista-se – somente se aplica às autoridades que ostentem a condição formal de testemunha ou de vítima, não, porém, a de investigado”, disse. O plenário do Supremo começou a julgar nesta quinta-feira o pedido do presidente Jair Bolsonaro para prestar depoimento por escrito, e não presencialmente, no inquérito que apura se ele interferiu de forma indevida na Polícia Federal. Para Celso, “independentemente da posição funcional” que ocupem no Estado, investigados e réus devem ser interrogados de forma presencial. “Deverão comparecer, perante a autoridade competente, em dia, hora e local por esta unilateralmente designados”, disse o ministro. Celso afirmou ainda que “ninguém, nem mesmo o Chefe do Poder Executivo da União, está acima da autoridade da Constituição e das leis da República.” “ O depoimento escrito viola a garantia ao contraditório, cujo exercício exige a presença física em audiência. O depoimento escrito instituído como verdadeiro privilégio em favor dos Chefes dos Poderes da República, mesmo quando arrolados como testemunhas, põe em perspectiva a grave questão concernente a uma prerrogativa fundamental, como o direito ao confronto no processo penal”, destacou. O processo foi aberto em maio e se baseia nas acusações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro de que Bolsonaro planejou interferir na PF. O presidente nega qualquer ingerência na corporação. Ao deixar o ministério, em abril, Moro afirmou que havia sofrido pressão de Bolsonaro para alterar o comando de superintendências da Polícia Federal e para compartilhar relatórios de inteligência da corporação. O inquérito aberto no STF apura se as declarações de Moro são verdadeiras. O ministro do STF Celso de Mello Acusações de Moro Sergio Moro pediu demissão do Ministério de Justiça e Segurança Pública em 24 de abril, horas depois de Bolsonaro publicar no Diário Oficial da União (DOU) a exoneração do então diretor-geral da Polícia Federal (PF), Maurício Valeixo. "Pra mim, esse último ato [a exoneração de Valeixo] é uma sinalização de que o presidente me quer realmente fora do cargo. Essa precipitação na exoneração, não vejo muita justificativa", disse Moro. "A exoneração, fiquei sabendo pelo DOU. Não assinei esse decreto. Em nenhum momento isso me foi trazido, em nenhum momento o diretor da PF apresentou um pedido formal de exoneração", afirmou. "Eu fui surpreendido, achei que isso foi ofensivo." O Diário Oficial informou que a exoneração havia sido feita "a pedido" do ex-diretor-geral da PF, o que, de acordo com Moro, não é verdade. O ex-ministro afirmou que via a troca no comando da PF com muita preocupação por considerar tratar-se de uma interferência política do presidente. Ele afirmou também que Bolsonaro, em mais de uma ocasião, expressou que queria um diretor na instituição que fosse da confiança dele. "[Bolsonaro quer uma pessoa para a qual] pudesse ligar, colher informações, que pudesse colher relatórios de inteligência, seja o diretor-geral, seja o superintendente, e realmente não é o papel da PF prestar esse tipo de informações", destacou Moro. "Ele [Bolsonaro] assumiu um compromisso comigo que seria escolha técnica [para a direção da PF], eu faria essa escolha. [O nome] poderia ser alterado desde que tivesse uma causa consistente", explicou o ministro. "Não tendo [justificativa] e percebendo essa interferência política, é algo que não posso concordar", completou. " Eu disse que seria uma interferência política. Ele disse que era mesmo." Bolsonaro nega Horas após as acusações de Moro, Bolsonaro afirmou que “não precisava pedir autorização para trocar ninguém” e Moro teria condicionado a saída de Valeixo a uma indicação para o STF. " Não são verdadeiras as insinuações de que eu desejaria saber sobre investigações em andamento. Nos quase 16 meses em que esteve à frente do Ministério da Justiça, o senhor Sergio Moro sabe que jamais lhe procurei para interferir nas investigações que estavam sendo realizadas", declarou o presidente. "Mais de uma vez, o senhor Sergio Moro disse para mim: 'Você pode trocar o Valeixo sim, mas em novembro, depois que você me indicar para o Supremo Tribunal Federal'", disse Bolsonaro. O ex-ministro negou as acusações. "A permanência do diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, nunca foi utilizada como moeda de troca para minha nomeação para o STF. Aliás, se fosse esse o meu objetivo, teria concordado com a substituição do diretor-geral da PF", escreveu Moro no Twitter. "De fato, o diretor da PF Maurício Valeixo estava cansado de ser assediado desde agosto do ano passado pelo presidente para ser substituído. Mas, não houve qualquer pedido de demissão, nem o decreto de exoneração passou por mim ou me foi informado", continuou Moro na rede social. Abertura de inquérito No mesmo dia em que Moro fez as acusações contra Bolsonaro, o procurador-geral da República, Augusto Aras, solicitou ao STF a abertura de um inquérito para apurar os fatos narrados e as declarações feitas pelo então ministro. “A dimensão dos episódios narrados revela a declaração de Ministro de Estado de atos que revelariam a prática de ilícitos, imputando a sua prática ao Presidente da República, o que, de outra sorte, poderia caracterizar igualmente o crime de denunciação caluniosa”, apontou o procurador-geral. "Dos fatos noticiados, vislumbra-se, em tese, a tipificação de delitos como os de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de Justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa, além de crimes contra a honra", destacou ele. Aras pediu a Moro que apresentasse "documentação idônea" que eventualmente possuiria sobre os eventos em questão. No dia 27 de abril, o ministro Celso de Mello determinou a abertura do inquérito. Na decisão, ele disse que os crimes supostamente praticados por Bolsonaro “parecem guardar [...] íntima conexão com o exercício do mandato presidencial". Se este for o caso, explicou o ministro, um processo criminal contra o presidente, "uma vez eventualmente oferecida a acusação criminal, dependerá de prévia autorização da Câmara dos Deputados". Celso de Mello também determinou que Moro deveria depor à Polícia Federal em até 60 dias, o que ocorreu em 2 de maio. Em mais de oito horas de depoimento na sede da Superintendência da PF do Paraná, em Curitiba, o ex-ministro detalhou as acusações contra o presidente, em especial as que fez no dia em que deixou o cargo, e apresentou arquivos digitais que seriam avaliados pela polícia, como conversas de WhatsApp, áudios e e-mails trocados com o presidente e outros integrantes do governo. Entre os fatos detalhados por Moro, ele disse que quando estava em missão oficial em Washington, nos Estados Unidos, com Valeixo em março de 2020, recebeu uma mensagem do presidente pedindo a substituição na PF do RJ. "Moro, você tem 27 superintendências, eu quero apenas uma, a do Rio de Janeiro”, segundo o ex-ministro. O ex-ministro também citou a reunião de 22 de abril de Bolsonaro com os ministros no Palácio do Planalto. Segundo a versão de Moro, o presidente teria cobrado, durante o evento, relatórios de inteligência e informação da Polícia Federal. Depoimento de Bolsonaro O STF ficou de decidir a forma que será tomado o depoimento de Bolsonaro no inquérito. Em 11 de setembro, Celso de Mello determinou que o presidente não poderia depor por escrito. A oitiva ocorreria por depoimento oral, mas não estava definido se seria presencialmente ou por videoconferência. Segundo o ministro, o presidente teria de depor oralmente por ser investigado no caso e não testemunha ou vítima. Cinco dias depois, a Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou ao STF um recurso para que o presidente pudesse prestar o depoimento por escrito. O advogado-geral José Levi defendeu que o recurso fosse analisado o mais rápido possível, pois o governo já tinha recebido da Polícia Federal intimação para que Bolsonaro fosse interrogado, podendo escolher entre 21, 22 ou 23 de setembro de 2020, às 14 horas. Se o STF não conseguisse analisar o pedido do presidente antes disso, a AGU queria que o depoimento fosse suspenso. Moro, por outro lado, defendeu que Bolsonaro fosse ouvido presencialmente, e não por escrito, no inquérito. Na petição, os advogados do ex-ministro alegaram que, como investigado, o presidente não teria o direito de usufruir da possibilidade aberta pelo Código de Processo Penal, que prevê, para algumas autoridades, o depoimento por escrito em casos que figurem como testemunhas ou vítimas. Além disso, os advogados disseram que Moro, também investigado no mesmo inquérito, prestou depoimento de forma presencial – o interrogatório de Bolsonaro nas mesmas condições representaria uma equidade no tratamento. Apesar dos argumentos de Moro, Celso de Mello decidiu enviar ao plenário da Corte a análise da possibilidade de Bolsonaro prestar depoimento por escrito, e o presidente do STF, o ministro Luiz Fux, marcou para hoje o julgamento do recurso da AGU.

Como adicionar imagens e vídeos ao blogger

É possível adicionar fotos, outras imagens e vídeos a qualquer postagem do blog criada por você. Adicionar uma imagem a uma postagem de blog As imagens no seu blog são armazenadas no Arquivo dos álbuns do Google e aparecem no Blogger quando você as insere nas páginas ou postagens do blog. Observação: os vídeos ou as fotos enviados por upload ocuparão seu limite de armazenamento se: a foto tiver mais de 2048 pixels na altura ou largura; o vídeo tiver mais de 15 minutos. Inserir uma imagem em uma postagem do blog Arrastar imagens para uma postagem do blog Impedir que as imagens sejam abertas em sobreposição Por padrão, as imagens no seu blog serão abertas em uma grande sobreposição chamada Lightbox. Para impedir que as imagens sejam abertas na Lightbox: Faça login no Blogger. No canto superior esquerdo, clique na seta para baixo . Selecione o blog a ser atualizado. No menu esquerdo, selecione Configurações  Postagens, comentários e compartilhamentos. Em "Postagens", encontre "Mostrar imagens com a Lightbox" e selecione Não. Observação: se você tiver ativado a opção Visualizações dinâmicas, as imagens do seu blog só poderão ser abertas se você desativá-la. Excluir imagens de um álbum É possível excluir as imagens do seu arquivo dos álbuns a qualquer momento. Se você excluir uma imagem do álbum do seu blog no arquivo dos álbuns, a imagem também será excluída do blog. Observação: Se você usou uma foto de uma pasta particular no seu blog, é possível que uma cópia seja exibida tanto na pasta quanto no arquivo dos álbuns. Se você quiser remover por completo essa foto do arquivo dos álbuns, será preciso excluí-la dos dois lugares: da pasta particular e do álbum do blog no arquivo dos álbuns. Resolver problemas de upload Se você tiver problemas ao fazer o upload de imagens, limpe seu cache e cookies e siga estas etapas: Desative seu bloqueador de pop-ups ou adicione "Blogger.com" às configurações dele. Desative todos os plug-ins que tiver instalado no seu navegador. Use as versões mais recentes do Google Chrome, do Mozilla Firefox e do Internet Explorer. Adicionar um vídeo ao seu blog Faça login no Blogger. No canto superior esquerdo, clique na seta para baixo . Selecione o blog a ser atualizado. Crie uma nova postagem ou edite uma postagem para adicionar um vídeo. No editor de postagem, clique em Inserir um vídeo . Escolha o vídeo que você quer usar. Observação: Evite a adição de conteúdo hospedado por outra pessoa sem o consentimento dela. Evite usar materiais protegidos por direitos autorais sem autorização. Saiba mais sobre a política de direitos autorais do Blogger. Evite a adição de conteúdo que viole nossa política de conteúdo. Isso inclui imagens explícitas postadas sem o consentimento da pessoa que aparece nas imagens e conteúdo ofensivo, violento ou grosseiro. Gerenciar seus vídeos Você pode ver, fazer o download ou excluir todos os vídeos enviados por upload para seu blog. Como proprietário de um blog Faça login no Blogger. No canto superior esquerdo, clique na seta para baixo . Clique no blog onde você quer gerenciar os vídeos. No menu à esquerda, clique em Configurações  Outro. Em "Importar e fazer backup", encontre "Vídeos do seu blog" e clique em Gerenciar seus vídeos. Sua biblioteca de vídeos será aberta em uma nova janela. Para excluir um vídeo, clique em Excluir. Para fazer o download de um vídeo, clique em Fazer download. Como autor de um blog Faça login no Blogger. No canto superior esquerdo, clique na seta para baixo . Clique no blog onde você quer gerenciar os vídeos. No menu esquerdo, clique em Configurações  Básico. Em "Gerenciamento de vídeos", encontre "Vídeos do seu blog" e clique em Gerenciar seus vídeos. Sua biblioteca de vídeos será aberta em uma nova janela. Para excluir um vídeo, clique em Excluir. Para fazer o download de um vídeo, clique em Fazer download. Observação: os proprietários dos blogs podem ver, fazer o download e excluir todos os vídeos enviados por upload para o blog deles. Os autores do blog só podem ver, fazer o download e excluir os vídeos que enviaram por upload pessoalmente para o blog.

Como criar um blog Grátis em 3 passos!

Saber Como Criar um Blog (profissional) muitas vezes pode se tornar um impecílio para quem deseja criar seu negócio online e começar a lucrar com ele. Em função disso, muitos acabam por perder uma grande oportunidade de entrar nesse mercado. Hoje preparei este artigo onde vou te ensinar em 3 passos como criar um blog profissional. Como criar um Blog – Escolhendo a plataforma Antes de criar um blog, você precisa escolher a plataforma que irá trabalhar. As duas mais procuradas sem dúvidas é o WordPress e o Blogger, na qual podem oferecer grande diferença nos seus resultados. Traçando um comparativo entre elas, notamos as seguintes diferenças: -Gratuidade: Ambas são gratuitas, você pode usar perfeitamente. A unica diferença é que no caso do WordPress você precisa contratar seu próprio serviço de hospedagem. Isso pode ser bom ou ruim dependendo do ponto de vista, pois se você possui hospedagem própria, o blog para a ser 100% seu, não dependendo de terceiros. Já se utiliza o Blogger com a hospedagem do Blogger, você fica sempre dependendo do Blogger continuar prestando seus serviços (embora isso dificilmente irá mudar). – Profissionalismo: Ambas as plataformas é possível construir um blog profissional, porém o WordPress esta um passo a frente enquanto falamos de recursos para gerenciamento de blogs. Muitos optam normalmente por ingressar no Blogger quando iniciam suas atividades, mais se esta começando agora e tem intenção de criar blogs para obter renda dos mesmos atuando de forma profissional, pense na possibilidade de já ingressar no WordPress. Facilidade: Ambas as plataformas são fáceis de se trabalhar. Por ter a hospedagem gratuita, o que permite tempo a vontade para você testar antes de colocar o blog no ar, muitos se adaptam melhor ao Blogger. Porém em ambas as plataformas você estará adaptado em pouco tempo de uso. Neste artigo, sobre como criar um blog, eu vou ensinar como você pode criar seu blog em ambas as plataformas. Passo 1: O primeiro passo é se cadastrar no Blogger. Acesse o Blogger clicando aqui. Na tela inicial, você pode utilizar qualquer conta Google que possuir, seja do Adsense, do Gmail ou qualquer outro local que já tenha criado uma conta Google. Ou ainda você tem a opção de se cadastrar do zero. Após realizado o cadastro, você será direcionado para o seu painél do Blogger. Passo 2: Criar seu blog. Em seguida, estando no painel do Blogger, você pode reparar que no canto superior esquerdo haverá um botão chamado Novo Blog. Clique nele e em seguida será exibida a seguinte janela: Nesta janela você deve digitar o titulo de seu blog, o endereço (url) e em seguida escolher o tema (modelo) que deseja entre as opções disponíveis. Ao finalizar estes preenchimentos, clique no botão Criar um Blog que estará disponivel. Neste momento, seu blog já esta criado. Passo 3: Trocando tema e acertando domínio: Caso você queira ter um endereço personalizado do seu blog, ou seja, não queira a extensão padrão do blogger, você pode configurar um novo endereço. Além disso, é interessante você alterar o tema e colocar um que seja mais profissional. Para realizar estas configurações, clique em cima do nome do blog, que aparece no painel após a criação do mesmo, igual na figura abaixo: Em seguida você será direcionado ao menu do seu blog. Repare nas opções ao lado esquerdo e encontre Configurações –> Básico. Nesta tela, será exibida a opção Publicação, onde você pode trocar o endereço para um domínio personalizado. Obs: Não esqueça de configurar também o seu DNS para apontar para o servidor do Blogger. Para trocar o tema, você pode acessar o menu Modelo e em seguida clicar no botão Fazer Backup / Restaurar.

Como Colocar Vídeos do Youtube no Blog: Passo a Passo

Como Colocar vídeos do Youtube no Blog é uma dúvida comum a muitos leitores na qual recebi em alguns comentários recentemente. Adicionar artigos com vídeos em seu conteúdo pode ser um grande ganho para o blog, afinal de contas é de grande valia para seus visitantes, pois a maioria prefere assistir um vídeo do que ler um texto inteiro. Mas antes de começar o artigo, se esta começando a trabalhar com vídeos, recomendo assistir este vídeo: Além disso, você ganha a possibilidade de ter muito mais conteúdo para ser publicado, pois você não necessariamente precisa publicar um vídeo de seu canal, podendo criar artigos em seu blog para publicar um vídeo de outro canal do Youtube. Uma outra vantagem é a possibilidade de você ter seu próprio canal e ganhar dinheiro com anúncios tanto pelo Youtube como pelo seu blog, isto tudo com o mesmo conteúdo pois você irá publicar o vídeo nos dois locais. Por conta disso, estou criando este tutorial que irá lhe ensinar Como colocar vídeos do Youtube no Blog, independente se da plataforma Blogger, WordPress ou qualquer outra plataforma. Como Colocar Vídeos do Youtube no Blog: Passo 1 O primeiro passo é identificar o vídeo que deseja adicionar em seu blog la no Youtube. Isto é muito simples, basta você ir até o Youtube e fazer uma pesquisa do assundo desejado ou ainda ir até seu canal e identificar qual o vídeo que deseja adicionar a um artigo de seu blog. A tela será semelhante a imagem abaixo: Como Colocar Vídeos do Youtube no Blog: Passo 2 Em seguida, encontre logo abaixo do vídeo a opção Compartilhar e em seguida irá aparecer a opção Incorporar. Clique nela.

Pesquisa de Mercado: o que é, como fazer e questionários de pesquisa

No dia a dia do seu trabalho, como você costuma tomar decisões importantes? A pesquisa de mercado é uma importante ferramenta estratégica que ajuda gestores e profissionais de diferentes áreas a tomar decisões com mais segurança. Aprenda tudo o que você precisa saber sobre pesquisa de mercado e descubra como aproveitar os benefícios da pesquisa na sua empresa. Veja o que você vai aprender neste post: O que é pesquisa de m Por que fazer uma pesquisa de mercado A importância da pesquisa de mercado para sua empresa Como fazer pesquisa de mercado Principais tipos de pesquisa Quanto custa uma pesquisa de mercado Passo a passo da pesquisa de mercado online Como escolher uma empresa de pesquisa de mercado online Dúvidas mais comuns sobre pesquisa de mercado Resultados de pesquisa de mercado O que é pesquisa de mercado
A pesquisa de mercado é um tipo de estudo que consiste na coleta e interpretação de informações para gerar insights e dar suporte no processo de tomada de decisões. A partir de um problema específico, define-se a melhor metodologia para coletar os dados necessários. Dependendo dos objetivos da pesquisa, pode-se fazer uma pesquisa quantitativa ou qualitativa, e também estudos com questionários simples ou projetos mais complexos, que envolvem profissionais de diferentes áreas do conhecimento. Por que fazer uma pesquisa de mercado
Não importa o tamanho do seu negócio. Seja em um pequeno negócio local, em uma empresa familiar, startup ou multinacional, o dia a dia de qualquer empresa é pautado por inúmeras decisões que, em conjunto, vão definir o sucesso ou fracasso do empreendimento. Em mercados cada vez mais competitivos, é preciso tomar as decisões certas para poder prosperar. De acordo com dados do Sebrae, um quarto das empresas abertas no Brasil fecha as portas antes de completar dois anos de existência. Metade quebra antes dos cinco anos de vida. Os números não são nada animadores e mostram a importância de agir sem cometer erros. E só existe uma forma de se tomar decisões inteligentes: baseando-se em informação. Sem conhecer seu mercado, seus consumidores e a concorrência, é difícil fazer boas escolhas. A pesquisa de mercado é o melhor caminho para obter as informações que você precisa para tomar decisões com base em dados e não em achismos. Ter intuição e faro para os negócios é um ótimo diferencial, mas em meio a tantos desafios, não dá para contar só com isso, não é mesmo? A importância da pesquisa de mercado para sua empresa
Imagine que as vendas de uma empresa começam a despencar de um momento para o outro. Ou que os negócios estão indo bem e chegou a hora de investir para crescer. Ou, ainda, que alguém teve uma ideia promissora para lançar um novo produto no mercado. Antes de realizar cortes no quadro de funcionários, fazer planos para montar um novo ponto de venda ou começar a produzir o produto inovador, é preciso entender melhor o cenário. Por que as vendas estão caindo? Pode ser um problema no produto, no atendimento ou uma crise de imagem de marca. Para crescer, qual o melhor caminho? Ao invés de abrir um novo ponto de venda, talvez seja a hora de investir no e-commerce, por exemplo. E, antes de gastar tempo e dinheiro no novo produto, é importante saber se existe um mercado consumidor, se ele realmente resolve uma dor e conhecer os futuros concorrentes da novidade. A pesquisa de mercado vai oferecer dados e informações para que se possa analisar o contexto e encontrar o caminho nessas e em diversas outras situações. Avalie a sua campanha publicitária antes de divulgá-la, conheça o comportamento do seu consumidor, monitore seu indicador NPS, melhore a satisfação dos seus clientes e descubra o que as pessoas pensam sobre a sua marca. Como fazer pesquisa de mercado
Existem diferentes tipos de pesquisa de mercado. Dependendo da complexidade de um projeto, é necessário aplicar técnicas específicas de pesquisa e envolver especialistas de diferentes áreas do conhecimento, como antropologia, psicologia ou estatística. Nestes casos, será necessário contar com a ajuda de uma empresa de pesquisa de mercado, que vai indicar o método adequado e a melhor forma de obter os resultados. Mas a maioria dos problemas de pesquisa podem ser resolvidos com projetos mais simples. As ferramentas de pesquisa de mercado online tornaram as pesquisas mais rápidas, simples e acessíveis. Hoje, qualquer pessoa pode criar uma pesquisa de mercado sem sair da frente do computador. Principais tipos de pesquisa Os tipos de pesquisa de mercado variam de acordo com os objetivos da sua pesquisa e com o perfil das pessoas que serão entrevistadas. É possível descobrir o que as pessoas pensam da sua marca e como ela está posicionada em relação à concorrência, por exemplo. Você também pode medir a satisfação do cliente ou dos seus funcionários com o ambiente de trabalho, entre outras opções. Vou destacar aqui alguns dos principais tipos de pesquisa que uma empresa pode fazer: Pesquisa de satisfação do cliente Medir a satisfação do cliente é fundamental para quem busca a excelência. Ao saber se os seus clientes estão satisfeitos, é possível minimizar erros, encontrar pontos de melhoria, otimizar processos e gerir os recursos de forma mais eficiente. Para fazer uma pesquisa de satisfação, é preciso que você tenha uma forma de contato com os seus clientes. O ideal é que você tenha um mailing para enviar o questionário por email, pois o custo é mais acessível do que por telefone. Além disso, a pesquisa por email vai ser mais fácil de analisar do que por telefone ou papel, por exemplo. A melhor forma de fazer um questionário de satisfação é estabelecer uma escala e pedir para os clientes darem notas para diferentes aspectos do seu negócio. Por exemplo, utilize uma escala de 1 a 5, em que 1 é nada satisfeito e 5 é totalmente satisfeito. Peça para os clientes darem uma nota geral de satisfação, utilizando essa escala, e depois avalie pontos específicos. Atendimento, preço, qualidade do produto, tempo de espera ou de entrega, localização, ambiente da loja, site e outros. Veja quais são os aspectos mais relevantes para o seu negócio e avalie cada um deles. Outra pergunta interessante é perguntar quais as chances deles indicarem a sua empresa ou produto para os amigos. Ao analisar os dados da sua pesquisa, veja quais são os itens mais bem avaliados e os menos avaliados. Procure investigar o que motivou as notas negativas e o que pode ser feito para melhorar a avaliação. Pesquisa de hábitos de consumo Você conhece os seus consumidores? Sabe quais são seus hábitos e suas preferências? Conhecer os hábitos de consumo dos seus clientes é importante para que você possa definir ações, estratégias e processos de acordo com os interesses do seu público. Entenda quais são as redes sociais que seus clientes mais acessam para definir sua estratégia de social media. Descubra se eles fazem mais compra online ou offline antes de investir em e-commerce. Avalie quais veículos de comunicação eles acompanham para fazer um planejamento de mídia. Quais as formas de pagamento mais utilizadas? Onde pesquisam informações antes de realizar uma compra? Com qual frequência compram o seu produto? O que pesa na hora de escolher entre a sua marca e a dos concorrentes? Essas e outras perguntas podem ser respondidas em uma pesquisa de hábitos de consumo. Após conhecer as preferências do cliente, fica mais fácil se planejar e ter certeza que as suas ações vão agradar o seu público e atrair mais clientes. Recomendado para você: Comportamento do consumidor: 5 formas eficazes de conhecer o seu cliente Pesquisa de imagem de marca Vamos fazer um exercício rápido: pense em uma marca. A primeira que vier à sua cabeça. Agora, pense em uma palavra que, para você, descreve essa marca. Quando as pessoas veem sua marca, acessam o seu site, passam na frente da sua loja, recebem um panfleto na rua ou abrem um email marketing da sua empresa, elas automaticamente criam uma imagem da sua marca. A palavra que você associou à marca no exercício acima é o resultado de uma série de ações de branding e da sua própria experiência com a marca. O trabalho de branding consiste em fazer a gestão da marca para que ela seja reconhecida, valorizada e associada aos atributos que mais importam. O branding envolve desde a identidade visual até a forma como o cliente é recebido nos pontos de venda, passando pela comunicação e todos os outros aspectos que envolvem a marca. A pesquisa de imagem de marca fornece dados para auxiliar o trabalho de branding ou para medir os resultados das ações. O objetivo da pesquisa de imagem é descobrir o que os consumidores pensam sobre sua marca. Quais valores e conceitos estão associados à sua imagem? Como sua marca está posicionada em relação à concorrência? Algumas perguntas não podem faltar em uma pesquisa de imagem de marca. Perguntar qual a primeira palavra que vem à mente ao ouvir o nome da marca, como fizemos no início deste tópico, pode oferecer insights surpreendentes. Fazer uma lista de adjetivos positivos e negativos e pedir para que os entrevistados marquem aqueles que mais combinam com a marca também pode te ajudar a descobrir seus atributos. Avalie se os atributos que você considera mais importantes são aqueles percebidos pelo cliente. Se não for, talvez seja a hora de rever a estratégia de comunicação. Pesquisa de teste de campanha Por falar em comunicação, avaliar a sua campanha antes de colocá-la no ar é uma forma eficaz de minimizar desgastes da imagem e desperdício de tempo e dinheiro. É possível testar a campanha como um todo, apenas algumas peças ou só o conceito da campanha. Através das ferramentas digitais da pesquisa de mercado, ficou mais fácil e rápido fazer o pré-teste da campanha. Basta inserir vídeos e fotos no seu questionário para que o consumidor possa experimentar a campanha. Como ele vai responder a pesquisa em seu lugar de conforto, seja casa, trabalho ou pelo smartphone, a situação fica mais próxima do real, onde o consumidor seria impactado pela campanha. Isso aumenta a credibilidade dos resultados. Pesquisa com colaboradores As pesquisas são excelentes para você conhecer melhor seu cliente. Mas há um outro público que é muito importante conhecer de perto: seus colaboradores. Primeiramente, é evidente a importância que a sua equipe tem para sua empresa. Sem eles, não existiria produto para vender, marca para gerir, campanha para divulgar ou processos para otimizar. Por isso, medir a satisfação dos funcionários é extremamente importante. Entender se a sua empresa propicia um bom ambiente de trabalho e se os colaboradores estão motivados pode melhorar as relações interpessoais, aumentar o engajamento da equipe com os objetivos da empresa e reter talentos. Além disso, os funcionários normalmente tem um contato mais próximo com os clientes do que a diretoria ou os sócios da empresa. Além de serem importantes potencializadores da marca, eles também são importantes fontes de informação. Independentemente da função que exerce, o colaborador pode identificar falhas, sugerir melhorias, antecipar problemas e apontar oportunidades, e poucas empresas abrem canais para ouvir o que ele tem a dizer. Existem diversas pesquisas que podem ser feitas com os colaboradores. Pesquisas de clima organizacional, por exemplo, ajudam a entender a satisfação e motivação da equipe. Elas também avaliam se há algum problema de relacionamento mais preocupante nas relações entre áreas ou entre as funções hierárquicas, por exemplo. Faça pesquisas para avaliar a satisfação dos funcionários, tanto com o próprio trabalho quanto com o produto que a empresa oferece. Além disso, um exercício que traz excelentes resultados é aplicar em sua equipe interna o mesmo questionário de imagem de marca que foi feito com os consumidores. Quanto custa uma pesquisa de mercado
Você já deve ter percebido que existe uma grande variedade de tipos e metodologias de pesquisa. Em meio a tantas opções, é claro que o preço das pesquisas também variam muito.
Muitos desistem de implementar a pesquisa de mercado no dia a dia de sua empresa pois acreditam que são caras. Mas a verdade é que, hoje, é possível fazer uma pesquisa de mercado até mesmo de graça.
As ferramentas de pesquisa de mercado online normalmente oferecem opções gratuitas para pesquisas realizadas com seus contatos. No Opinion Box, por exemplo, você pode fazer pesquisas por email ou por link com questionários de até 10 questões sem gastar nada.
Nos planos pagos, que custam a partir de R$ 39,90 por mês, você pode fazer questionários maiores. Além disso, você tem acesso a recursos diferenciados como download do banco de dados e personalização do layout. Seus limites de envio e respostas por mês também são maiores. Da mesma forma que as pesquisas podem ser feitas gratuitamente, há também projetos extremamente complexos, com valores elevados. Diversos fatores vão influenciar o preço de uma pesquisa. A forma de coleta de dados, a complexidade do projeto, a dificuldade de encontrar o perfil dos entrevistados, o tempo de duração da pesquisa e as ferramentas que serão utilizadas são alguns exemplos. Passo a passo da pesquisa de mercado online
As soluções de pesquisa de mercado online tornaram as pesquisas mais rápidas, fáceis e acessíveis. Hoje, é possível receber os resultados da sua pesquisa em poucos dias. Em alguns casos, a pesquisa pode terminar até mesmo em menos de vinte e quatro horas.
Qualquer pessoa pode criar uma pesquisa de mercado sem sair da frente do computador. Não é preciso ser um especialista em pesquisa, pois as ferramentas são muito simples e intuitivas de usar. Além disso, existem diferentes materiais, guias e tutoriais disponíveis para que você possa aprender tudo o que é preciso saber antes de criar uma pesquisa. As pesquisas de mercado online também oferece mais uma vantagem. Os dados podem ser checados, auditados e processados de forma automatizada. Imagine, por exemplo, a dificuldade de se tabular os dados de uma pesquisa de mercado feita em papel. Na pesquisa online, os resultados já chegam prontos para você, em gráficos e tabelas de fácil visualização. Para fazer uma pesquisa de mercado online, são apenas quatro passos. Veja quais são:
1. Definir o problema
Toda pesquisa nasce de uma necessidade real, de um problema que precisa ser resolvido ou um objetivo que precisa ser alcançado. Por isso, a primeira etapa para a criação de uma pesquisa de mercado online é definir, de forma simples e objetiva, qual é o problema que se pretende resolver. Uma forma eficiente de definir o problema ou objetivo é transformá-lo em uma pergunta. “Como aumentar as vendas do meu produto?”, “Meus clientes estão satisfeitos?” ou “O que as pessoas pensam sobre a minha marca?” são exemplos de pergunta que deixam bem claro qual o objetivo da pesquisa. É fundamental deixar registrado em um documento de briefing não só os objetivos da pesquisa, mas todas as informações sobre o projeto de pesquisa. Esse briefing pode ser compartilhado com todas as pessoas envolvidas no projeto de pesquisa, para que não haja falhas de comunicação e alinhamento. Para te ajudar, nós criamos um modelo de briefing.
2. Criar o questionário
A criação do questionário de pesquisa é a etapa que requer mais atenção. É preciso que as perguntas sejam elaboradas de forma clara e objetiva para que os entrevistados compreendam o que você quis dizer. Evite também fazer questionários muito longos, que abordem muitos temas diferentes, para não confundir o entrevistado. Existem formas de tornar a pesquisa mais interessante e atraente para quem for responder. Utilize recursos variados como fotos, vídeos e textos entre as questões. Além disso, variar os tipos de pergunta também é fundamental. Na Plataforma de Pesquisa do Opinion Box, nós oferecemos perguntas com respostas únicas, múltiplas, abertas, número e outras. Além de ser mais dinâmico para quem responde, facilita muito na hora de analisar os dados. Modelos de questionário
Nós possuímos uma biblioteca com diversos modelos de questionário gratuitos para você utilizar. Você pode editá-los de acordo com a sua necessidade, incluindo, excluindo ou alterando as perguntas que desejar. Antes de começar a criar um questionário do zero, visite nossa biblioteca e veja se não há algum modelo que atende às suas necessidades. Aplicar um modelo de questionário e editá-lo de acordo com seu projeto é tão fácil quanto encontrar o exemplo ideal em nossa biblioteca. Para escolher um questionário já existente, existem dois caminhos. A primeira forma de aplicar o modelo é visualizar o questionário na sessão de exemplos e, no topo da página, clicar na opção “Usar este modelo de questionário”. Assim, é só fazer login na sua conta e dar andamento à edição do modelo, onde você pode livremente acrescentar ou excluir perguntas, editar o texto etc. Também é possível usar um questionário quando já estiver logado no seu painel de usuário. Quando estiver pronto para trabalhar no questionário da pesquisa, escolha a opção “Criar novo questionário”. Em seguida, ao invés de começar a redigir as perguntas do zero, opte por “Modelo existente na biblioteca”. A partir daí, também, você tem toda a liberdade para editar as perguntas, alternativas e tudo mais. Fácil, não é mesmo?
3. Definir o público
Para obter as respostas certas, é preciso fazer as perguntas para as pessoas certas. Não adianta fazer uma pesquisa de satisfação com quem nunca consumiu o seu produto. Também não dá para pedir a opinião de um homem sobre um produto voltado para mulheres. Da mesma forma, se você for avaliar uma ideia de negócio, é preferível pedir a opinião de pessoas que não te conhecem e não tem envolvimento pessoas com a sua ideia. Assim, é pouco recomendável fazer esse tipo de pesquisa via redes sociais, por exemplo. Para definir o público da sua pesquisa, leve em conta qual o perfil das pessoas que você precisa que respondam à pesquisa. Se são os seus clientes, faça com seus próprios contatos. Mas se são consumidores em geral, é mais interessante recorrer aos painéis de respondentes.

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